Thomas Merton (31 de Janeiro de 1915-10 de Dezembro 1968) é um "Christós ou Ungido" duma época bem recente.Em sua homenagem partilharemos neste espaço textos e preces que nos aproximem da grandiosa Fonte do Amor e da Luz. Bem-vindos a este espaço de Paz
sábado, 10 de dezembro de 2016
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Reencontremos o significado e o respeito pela Natividade
“O
mistério do Advento, em nossas vidas, é o início e o fim de tudo, em nós, que
não seja Cristo. É o começo do fim da irrealidade, e isso é, certamente, causa
de alegria! Mas, infelizmente, nós nos agarramos à nossa irrealidade,
preferimos a parte ao todo. Continuamos a ser fragmentos, não queremos ser
"um só homem em Cristo".
Thomas Merton
Thomas Merton
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
terça-feira, 15 de novembro de 2016
"A renúncia
crística é só o começo de uma divina plenitude. É inseparável da íntima conversão
de nosso ser inteiro que se volta de nós mesmos para Deus. É a rejeição da
nossa imperfeição, a renúncia da nossa pobreza, para que possamos mergulhar na
plenitude das riquezas de Deus e da sua criação, sem recair no nosso próprio
nada."
Thomas Merton
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Ir ao encontro de Deus, no outro
Ir ao encontro de Deus, no outro
"Em outras palavras, a vida não é uma linha recta
horizontal entre dois pontos, o nascimento e a morte. A vida faz uma curva para
cima até um pico de intensidade, um ponto alto de valor e significado, no qual
todas as suas potencialidades criativas latentes entram em acção, e a pessoa
transcende a si mesma em encontro, resposta e comunhão com uma outra. É para
isso que viemos ao mundo - para essa comunhão e essa transcendência de
si."
Thomas Merton
terça-feira, 1 de novembro de 2016
O amor de Deus é o nosso conhecimento Dele
O conhecimento
amoroso de Deus
"A pura fé,
aperfeiçoada pelos Dons do Espírito Santo e transfigurada pela caridade, brota
nas profundezas da alma e dá-lhe de beber, em segredo, as águas da verdade
divina. Essas águas não são meras proposições sobre Deus, mas a própria
presença de Deus mesmo. Mas desde o momento em que a nossa contemplação
transcende aos claros conceitos, e a inteligência entra nas trevas divinas, o
nosso conhecimento de Deus é dominado pelo amor e flui do amor. Isto é tão
verdadeiro que muitos Padres da igreja escreveram, como fez o cisterciense
Guilherme de S. Thierry, Amor Dei ipsa est notitia: 'O amor de Deus é o nosso
conhecimento Dele'. Conquanto teologicamente vaga, esta proposição carrega uma
verdade significativa, a que S. João da Cruz dá muita ênfase, e que recebe de
S. Tomás de Aquino uma definição precisa."
Thomas Merton
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